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sábado, 23 de janeiro de 2016

'Tranquilo', diz aluno do RS aprovado em 11 vestibulares de medicina

 Vitor José da Silva Classmann optou por Porto Alegre (Foto: Reprodução/RBS TV)
Do G1, Rio Grande do Sul
Sábado, 23 de janeiro de 2016 (19:22:01)
Um estudante de São Martinho, no Noroeste do Rio Grande do Sul, passou em 11 vestibulares para o curso de medicina, um dos mais disputados do país. Desde o final de 2014, quando concluiu o ensino médio, Vitor José da Silva Classmann, 18 anos, já prestou 15 concursos e chegou a ficar em dúvida sobre onde iria estudar, como mostra reportagem do RBS Notícias.

Apesar de ter sido aprovado nas universidades federais do Paraná e de Santa Catarina, a opção foi pela Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), para ficar mais perto da família. Questionado sobre o segredo do sucesso, ele afirmou que não via o ingresso na universidade como uma meta principal e, por isso, enfrentou as seleções com tranquilidade.

"O vestibular não era o meu objetivo, era apenas um processo para poder passar, para que eu conquistasse o que eu quero depois. Então, assim foi muito mais tranquilo, mais fácil passar pelo vestibular enxergando ele apenas como se ele fosse necessário", diz Vitor.

A mãe do estudante, Sueli da Silva Classmann, ficou em São Martinho enquanto ele fazia cursinho pré-vestibular em Porto Alegre. "Fez por merecer, não só neste último ano, mas como em 
todo vida escolar dele", celebrou.


sábado, 17 de janeiro de 2015

Modelo tira 960 na redação do Enem: 'Falam que eu não pareço inteligente'

Giovana estudou durante meses antes de prestar a prova do Enem (Foto: Mariane Rossi / G1)

Giovana sempre ouviu piadas com relação a inteligência das modelos.
Aos 17 anos, jovem de Santos quer entrar em faculdade de medicina

Do G1, Santos, Por Mariane Rossi
Sábado, 17 de janeiro de 2015 (09:05:54)

Uma jovem modelo de Santos, no litoral de São Paulo, tirou, aos 17 anos, uma nota 960 na redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Segundo ela, o excelente desempenho serviu para calar alguns críticos que, ocasionalmente, falavam para ela que 'não era possível ser modelo e inteligente'. Para se preparar para o Enem, a estudante deixou a carreira em segundo plano e se dedicou bastante aos estudos.

Desde os 11 anos, Giovanna Curi faz trabalhos como modelo fotográfica e comerciais para emissoras de televisão. A jovem também ingressou na Escola de Atores Wolf Maya, em São Paulo, para ter um curso profissionalizante na área de artes cênicas, já que sempre gostou de teatro.
Giovanna Curi é modelo fotográfica há anos
(Foto: Helena Alba )

No Enem, a jovem se concentrou em obter uma boa nota para conseguir ingressar em uma faculdade de nutrição ou medicina. “Esse ano que passou deixei muito trabalho como modelo para trás, perdi testes. Eu fazia o curso do Wolf Maya, em São Paulo, e tive que trancar para estudar mais. Ficava muito puxado para mim”, conta ela. Segundo Giovanna, além de assistir as aulas na escola, ela estudava até começo da noite, mais de 12h por dia.

Todo o esforço foi recompensando quando a jovem soube que tirou 960 na redação do Enem. “Eu queria muito a nota 1.000. Eu fiquei muito feliz, mas fiquei impressionada porque como eu estava doente no dia da prova, eu pensei que talvez fosse ser um pouco pior”, avalia. A jovem diz que não achou o tema da redação difícil. Toda semana ela fazia uma redação com um tema específico. Ela acredita que cometeu alguns erros gramaticais ou de concordância e, por isso, não conquistou a nota máxima.  “Eu não tinha feito nada parecido com esse tema. Nunca escrevi nada sobre publicidade infantil. Deu para desenvolver fácil. Não foi difícil”, comenta.

Depois do resultado, muitos colegas e professores vieram parabenizar a jovem. “Isso enalteceu ainda mais o resultado. Ela praticamente gabaritou, foi por pouco. Nenhum dos amigos dela obteve essa nota”, diz Simone Curi, mãe de Giovanna. Ela comenta que a filha tem facilidade na escola, mas também se dedica muito aos estudos. “Ela abriu um pouco a mão da vida social. A Giovana serve de exemplo”, fala.
Jovem pretende conciliar a carreira e os estudos
(Foto: Helena Alba

Giovanna afirma que continuará empenhada a conquistar uma vaga na faculdade neste ano. Ela pretende conciliar a vida de modelo com o cursinho pré-vestibular. “Eu vou tentar conciliar os dois. Não quero deixar passar o ano sem os trabalhos como modelo”, diz.

A modelo aponta também que muitos ficaram surpresos com o seu desempenho porque acreditam que não há modelos inteligentes. “Muitas pessoas brincam que olhando para mim parece que eu nao sou inteligente. Muita gente acha que eu faço trabalho de modelo e pensam que eu não estudo”, revela.

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Salário dos professores brasileiros está entre os piores do mundo



Da Veja
Quinta-feira, 11 de set. de 2014  (09:02:51)

Dados da OCDE (Organização para a Cooperação Desenvolvimento Econômico) mostram que os salários dos professores brasileiros são extremamente baixos quando comparados a países desenvolvidos. Divulgados nesta terça-feira (9), os valores fazem parte do estudo Education at a Glance 2014,  que mapeia dados sobre a educação nos 34 países membros da organização e 10 parceiros, incluindo o Brasil.

De acordo com o estudo, um professor em início de carreira que dá aula para o ensino fundamental em instituições públicas recebe, em média, 10.375 dólares por ano no Brasil. Em Luxemburgo, o país com o maior salário para docentes, ele recebe 66.085 dólares. Entre os países membros da OCDE, a média salarial do professor é de 29.411 dólares. Quase três vezes mais que o salário brasileiro.

Até mesmo em países da América Latina como Chile e México, os professores recebem um salário consideravelmente maior que o brasileiro, 17.770 e 15.556 dólares respectivamente. Entre os países mapeados pela pesquisa, o Brasil só fica à frente da Indonésia, onde os professores recebem cerca de 1.560 dólares por ano. Os valores são de 2012, com dólares ajustados pela paridade do poder de compra (PPC).

sábado, 6 de setembro de 2014

Ensino municipal de Americana tem o IDEB mais alto da região

Americana superou a meta projetada pelo MEC (Foto: Kelen Bueno)

Do BNC, Por Kelen Bueno
Sábado, 06 de set. de 2014 (20:34:51)

O ensino municipal de Americana é o melhor da Região Metropolitana de Campinas (RMC), segundo o Índice de Desenvolvimento de Educação Básica (IDEB), avaliado através de provas de língua portuguesa, matemática, aplicadas em escolas públicas, além de avaliações de evasão e retenção de alunos na rede de todo o país.

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A rede municipal superou inclusive a meta projetada pelo Ministério da Educação (MEC). A nota do 1º ao 5º ano foi 6,5, sendo que a meta projetada pelo MEC  era 6,2, Já do 6º ao 9º ano, a nota foi 5,7 também superando a meta projetada, 5,6. Subindo, 0,4 pontos em relação ao último IDEB (2011) para o ensino de 1º ao 5º ano.

De acordo com a Secretária Municipal de Educação, Claudete Alves Pereira, as notas são reflexos da estruturação do sistema único de ensino do 6º ao 9º ano além dos investimentos na formação dos educadores. “Apesar de todos os obstáculos a que a educação enfrenta, temos excelentes professores, a quem agradecemos e parabenizamos, e priorizamos as ações em torno dos alunos”, explica Claudete.

Para o prefeito Diego De Nadai, o IDEB é um excelente termômetro para a população. “Estou muito feliz com o índice e estar a frente de cidades importantes como Valinhos, Campinas e Indaiatuba mostra que estamos no caminha certo, que os alunos das escolas municipais de Americana estão sendo muito bem educados. Sempre priorizamos os investimentos na área da formação dos professores e na educação em geral. Parabenizo todos os educadores pela conquista”, ressalta o prefeito.

O IDEB é aplicado a cada dois anos e a nota de 2013 foi publicada ontem pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (INEP), órgão ligado ao MEC.

Conceição Ventura Mondim, secretária adjunta da Secretaria de Educação, explica que Americana está entre as notas mais altas do país. “Poucas cidades avaliadas obtiveram as notas 6,5 e 5,7. Algumas cidades tiveram notas parecidas e pouquíssimas maiores, estamos entre as melhores notas e isso é muito gratificante. O investimento na formação dos professores fez toda a diferença na nota do IDEB”, explica.

As escolas particulares participam das avaliações por amostragem, não entrando na mesmas classificação que as estaduais e municipais.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Aluno do ensino médio na rede pública do Acre passa em 5 faculdades nos EUA

Foto: Arquivo Pessoal
Do Uol, Por Bruna Souza Cruz – São Paulo
Prestes a completar sua segunda semana nos Estados Unidos, o jovem acriano André Lucas Buriti de Melo, 19, ainda não acredita que conquistou uma vaga e bolsa integral para estudar na Universidade Yale, uma das mais prestigiadas instituições norte-americanas.  O estudante também foi aprovado em mais quatro universidades dos EUA: Babson, Brown, Duke e Georgetown.

"Parece um sonho mesmo. Se me perguntassem há quatro anos eu não ia nem saber te explicar o que era Yale ou qualquer outra universidade norte-americana", diz André, que começou a tomar conhecimento do assunto quando entrou no ensino médio em 2009, aos 14 anos.

Em 2012, ele foi aprovado em direito na UFAC (Universidade Federal do Acre), mas não desistiu de estudar fora do país.

Inscrição e aprovação

Ainda no ensino médio, ele conheceu o trabalho de uma fundação que auxilia jovens brasileiros a estudar no exterior, a Fundação Estudar. Com as orientações recebidas, o jovem decidiu arriscar, mesmo já cursando ensino superior em Rio Branco. Das oito instituições que tentou, passou em cinco. Escolheu Yale, em New Haven (Connecticut), por considerar a mais adequada aos cursos que pretende: economia e relações internacionais.

"Os processos de seleção são meio parecidos. É preciso ter um bom desempenho escolar, enviar cartas de recomendações, escrever artigos falando sobre você, o que te interessa e como a educação que você vai receber pode te ajudar como pessoa. Coisas desse tipo. É preciso fazer duas provas, uma de proficiência no inglês e uma de conhecimentos gerais, o SAT [uma espécie de Enem norte-americano]", explica o estudante, que aprendeu inglês sozinho.

"O que você faz fora da sala de aula também conta muito. No fim, algumas ainda realizam entrevistas com o diretor da universidade", acrescenta. Segundo o universitário, as instituições estrangeiras não possuem um perfil padrão de alunos para aprovar. O importante é que o estudante tenha paixão pelo que faz, na opinião dele. 

"Não adianta você pensar que ganhando cinco medalhas de ouro em olimpíadas internacionais vai passar. As universidades querem pessoas com tipo diferentes de vida. Que gostem de música, ciências, humanas. O legal é que ele mostre suas intenções sobre o que quer fazer e como quer contribuir para a sociedade. Isso que conta", opina. 

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Confira o listão do Vestibular 2014 da UFPE


O listão com os nomes dos aprovados no Vestibular 2014 da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) foi divulgado na manhã desta quinta-feira (23), na sede da Covest, no Derby.
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https://www.facebook.com/pages/Noticiasecuriosidades/279885725398038

» Confira AQUI o resultado:

VAGAS – Das 6.607 vagas distribuídas em 97 cursos, 4.897 são para livre concorrência e 1.710 para o sistema de cotas (para quem estudou todo o ensino médio em escola pública).

Fera de bacharelado em física conquista primeiro lugar no Vestibular da UFPE

Do Noticias, Por Marília Banholzer
Em 2014, o primeiro lugar geral do Vestibular da UFPE foi conquistado pelo fera João Lucas Fernandes dos Santos, 17 anos, que disputou a vaga no curso de bacharelado em física,  com nota 8,6307. O segundo lugar ficou com Rafael de Barros Souza, do grupo de engenharias (média 8,4016). A terceira melhor nota foi 8,4462, obtida por Geovanny Lucas de Lima Paulino, para o curso de engenharia da computação.
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http://noticiasdomundoecuriosidades.blogspot.com.br/

O estudante pernambucano João Lucas Fernandes dos Santos também ficou com a maior nota do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) na Universidade de Brasília (UnB). Este foi o primeiro ano que a instituição aderiu ao Sisu. João passou em medicina com a média 848,77.

Mais informações em instantes

domingo, 19 de janeiro de 2014

Paranaense de 17 anos é aprovado em seis vestibulares para medicina

Garoto prestou vestibular em sete instituições pela
primeira vez (Foto: Arquivo Pessoal)
Do G1 PR, Cassiane Seghatti
O paranaense Cezar Henrique Lorenzi, de 17 anos, foi aprovado em seis universidades para o curso de medicina. O adolescente, que mora em Pato Branco, no sudoeste do estado, prestou vestibular pela primeira vez e foi aprovado em três universidades federais, uma estadual e duas particulares. Ao G1, ele contou que o grande número de aprovações foi um resultado inesperado. “Sempre achei justamente o contrário, e, por isso, busquei fazer o vestibular em um número grande de universidades", lembra.

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Até a publicação desta reportagem, Lorenzi havia sido aprovado para o curso de Medicina na Universidade Positivo (UP); na Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR); na Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG); na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), na Universidade Federal do Paraná (UFPR); e na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Ele ainda aguarda o resultado da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

“Ao ver minha primeira aprovação, na UP, fiquei bastante surpreso, principalmente devido à minha colocação, que foi o 5º lugar. Mas as maiores surpresas vieram quando percebi que estava obtendo aprovações nas universidades públicas. A cada resultado divulgado, eu me sentia muito feliz e chocado por ter conseguido mais uma vitória. Ainda não caiu totalmente a ficha que passei em seis, estou muito contente”, contou ao G1.

Lorenzi, que não se importa de ser chamado de “CDF” pelos amigos, acredita que parte do sucesso nas aprovações seja devido à...

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Apostila da Rede Pública do Rio comete erro gravíssimo – Belém é capital de Pernambuco, Manaus é capital da Paraíba e...

Erros graves foram encontrados em uma apostila dos alunos do 5º ano do Ensino Fundamental do Rio de Janeiro.  A MP5 do 2º bimestre, como é chamada, foi distribuída para alunos da rede pública de ensino.

Primo de um estudante, Rodrigo Franck localizou afirmações na apostila de que Belém era capital de Pernambuco (quando na verdade a capital correta de Pernambuco é Recife e Belém é capital do Pará), que Manaus é capital da Paraíba (Manaus é na realidade capital do Amazonas e João Pessoa capital da Paraíba), entre outros erros de siglas e de matemática.

Inconformado com o ensino de informações erradas, Franck publicou em sua página do Facebook uma foto do material didático com os erros. Ele também escreveu em depoimento que o primo já tem problemas de desenvolvimento acadêmico, e que a apostila “presta um desserviço para educação primária”. 

“Estou completamente indignado com o conteúdo de má qualidade passado para o meu primo, uma vergonha. Isto fere o ECA (Estatuto da Criança e Adolescente), que afirma que o poder público que tem a obrigação de oferecer ensino gratuito e de qualidade desde a fase em que as crianças frequentam a creche até o ensino superior”.

Fonte: Do R7

domingo, 24 de março de 2013

'Estudar virou hábito', diz aprovado em 13 concursos públicos, no AM


Muitos querem passar em concurso público atraídos pela estabilidade e remuneração acima do que é praticado na iniciativa privada. Se engana, porém, que todo concursado opta sempre por fazer da aprovação fonte de remuneração para o resto da vida. Há uma tendência em se acostumar - e até gostar - de manter o ritmo de estudo acelerado, pautados em editais. Foi o que aconteceu com o Oficial de Justiça João Victor Tayah, de 26 anos que é concursado e continua a buscar outras aprovações. “Estudar para concurso virou um hábito que sinto falta quando não mantenho”, disse.

No currículo, João Victor carrega a aprovação de mais de 13 concursos públicos. De assistente administrativo da Prefeitura de Manaus à Oficial de Justiça com aprovação nos processos do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), Tribunal Regional Federal (TRF) e Tribunal de Justiça de Roraima (TJ-RR), o início da vida de concurseiro foi motivada pela estabilidade financeira.

“Decidi estudar para concursos porque a estabilidade sempre me chamou a atenção. Depois que vi que poderia passar em outros, me acostumei a tentar oportunidades melhores”, ressaltou Tayah. O sucesso, no entanto, é resultado de cinco horas diárias de estudos. As aprovações também são fruto de fins de semana sem pensar em ir a festas ou encontros com amigos. O saldo de poder escolher o cargo que quiser é a marca do reconhecimento por tanto afinco.
saiba mais
“Tem aquela questão de não poder sair, mas quando consigo a aprovação é a minha vitória. Vale a pena passar horas focado nos livros”, comemorou. Bacharel em Direito, João Victor acredita que a formação jurídica auxilia o candidato na hora de prestar um concurso público devido às disciplinas indicadas nos editais. “Levamos uma certa vantagem porque temos a oportunidade de ver com calma os vários leques do Direito. Mas, na prática, há oportunidades para todos. É só estudar”, afirmou João Victor de maneira positiva.

A vida de concurseiro está aliada a viagens por todas as regiões brasileiras. Para prestar concursos, João já viajou à Santa Catarina, Roraima, Pará, Ceará e Rio de Janeiro. Rondônia, Rio Grande do Norte e Mato Grosso do Sul.
Concurseiro iniciante
Para quem está atraído pela ideia de passar horas a fio rodeado de livros, a dica do concurseiro veterano é se matricular em um curso preparatório. De acordo com João Victor é importante frequentar um cursinho que eduque o candidato novato a se manter no ritmo e adquirir disciplina.


“Depois de um certo tempo, a gente já sabe o que cada concurso, dependendo da carreira, vai solicitar no edital. Daí nem precisa estar o tempo todo em sala de aula e é mais você e os livros. Para quem está começando, recomendo manter um ritmo de estudos dentro e fora do cursinho. É questão de disciplina”, enfatizou Tayah.

Estudar até passar
Conforme João Victor, a meta de todo concurseiro deveria ser “estudar até passar”. A concorrência acirrada, principalmente nos cargos que exigem o curso superior em Direito, não devem amendrontar o concurseiro. É o que pensa João Victor.


“É difícil, mas não é impossível. Tem gente que começa a estudar e quando vê que não passa de primeira já desiste logo. É importante continuar estudando incansavelmente que um dia a pessoa consegue. É assim com todo mundo”, recomendou.

Foto: Girlene Medeiros / G1 AM

Girlene Medeiros Do G1 AM