terça-feira, 12 de julho de 2011
Pedófilo é preso acusado de abusar sexualmente de duas crianças em Carpina - PE
As vítimas foram a própria filha do rapaz, de apenas 3 anos de idade, e uma sobrinha, 14 anos. A mulher do acusado, cuja identidade foi preservada, foi quem denunciou o crime. No momento da abordagem, ele apresentou sinais de embriaguez e confessou friamente seus atos.
O delegado da cidade de Carpina, Marcos Roberto, o autuou em flagrante. Renato Antônio foi encaminhado ao presísio da cidade de Lagoa do Carro, onde ficará à disposição da justiça.
NE 10
sábado, 9 de julho de 2011
Julgamento de padres será retomado dia 22

A cidade de Arapiraca (AL) está dividida entre os moradores que exigem punição para os três padres acusados de pedofilia e aqueles que perdoam os sacerdotes. Luiz Marques Barbosa, Raimundo Gomes e Edilson Duarte teriam abusado sexualmente de três coroinhas da Igreja Católica, quando as vítimas eram menores de idade.
"A cidade está dividida: quem não tem fé está contra os padres, quem tem fé está do lado da Igreja e torce pela absolvição dos religiosos", resume a comerciante Cintia Nascimento. Para o vendedor ambulante Manoel dos Santos Lima, os padres precisam pagar pelos erros que cometeram, "mas o maior julgamento será feito pela Justiça divina".
O julgamento dos religiosos começou hoje às 9 horas da manhã e foi suspenso por volta das 19 horas, para ser retomado somente no dia 22 de julho. A audiência de instrução e julgamento são presididas pelo juiz João Luiz de Azevedo Lessa, da Vara da Criança e da Juventude de Arapiraca. Dois representares da Santa Sé, designados pela Diocese de Penedo (AL), acompanham o julgamento, a pedido do Vaticano.
De acordo com os autos do processo, as investigações apontaram que os padres prometiam vantagens econômicas aos coroinhas para ganhar a confiança deles e depois tirar proveito das vítimas. Um dos sacerdotes, o monsenhor Luiz Barbosa, chegou a ser filmado fazendo sexo oral com um dos coroinhas. Mesmo assim, os três negaram envolvimento com pedofilia.
O caso foi investigado pela CPI da Pedofilia, que chegou a realizar uma sessão pública em Arapiraca, sob o comando do senador Magno Malta (PR-ES). Durante a sessão, o senador mandou exibir o vídeo onde o padre aparece fazendo sexo com o coroinha. As imagens chocaram as pessoas que assistiam a sessão e geraram protestos da sociedade local.
Agência estado
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Padres acusados de pedofilia em Alagoas serão julgados
Começa nesta sexta-feira (8) o julgamento dos padres Luiz Marques Barbosa, Raimundo Gomes e Edílson Duarte, acusados de pedofilia, no envolvimento com coroinhas das igrejas onde trabalhavam, em Arapiraca, a 150 quilômetros de Maceió (AL). A data do julgamento foi confirmada nesta semana pelo juiz João Luiz de Azevedo Lessa, da 8ª Vara Criminal da Justiça Estadual. O julgamento está marcado para começar pela manhã, no auditório do Fórum de Arapiraca.
Os três religiosos são acusados de abusarem sexualmente de três coroinhas, conforme denúncia apresentada Ministério Público Estadual, em março deste ano. Para o promotor José Alves de Oliveira Neto, os sacerdotes se aproveitaram do poder que tinham para explorar sexualmente os coroinhas. Se condenados, eles podem pegar penas de até sete anos de prisão.
De acordo com os autos do processo, as investigações apontaram que os padres prometiam vantagens econômicas aos coroinhas para ganhar a confiança deles e depois tirar proveito das vítimas. Um dos sacerdotes, o monsenhor Luiz Barbosa, chegou a ser filmado fazendo sexo oral com um dos coroinhas. Mesmo assim, os três negaram envolvimento com pedofilia.
O caso foi investigado pela CPI da Pedofilia, que chegou a realizar uma sessão pública em Arapiraca, sob o comando do senador Magno Malta (PR-ES). Durante a sessão, o senador mandou exibir o vídeo onde o padre aparece fazendo sexo com o coroinha. As imagens chocaram as pessoas que assistiam a sessão e geraram protestos da sociedade local.
Logo após a sessão, o monsenhor Luiz Barbosa chegou a ser preso, já que a polícia havia encontrado em seu poder um passaporte pronto para ser utilizado em viagens internacionais. A prisão durou menos de uma semana. Desde que o escândalo foi divulgado, repercutido até no Vaticano, a Igreja Católica afastou os três sacerdotes das atividades eclesiásticas.
JULGAMENTO - Segundo o juiz João Luiz de Azevedo Lessa, que irá presidir o julgamento, o júri será complexo e demorado, porque além de um assunto polêmico, o processo tem quatro volumes com mais de mil páginas e mais de 20 testemunhas arroladas. Por isso, o magistrado prevê que a sentença deve demorar de três a cinco dias.
Serão ouvidas todas as testemunhas de defesa e da acusação, além das vítimas e dos três acusados. Isso sem contar com o tempo que os advogados deverão gastar para apresentar suas alegações finais sobre o caso.
Fonte: Agência Estado