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sábado, 23 de janeiro de 2016

Artista esconde corpos com pintura corporal - Veja uma verdadeira arte

Johannes Stötter
Do Bol,
Sábado, 23 de janeiro de 2016 (22:18:33)

 O artista italiano Johannes Stötter cria imagens incríveis usando corpos nus e pinturas corporais. Usando somente as poses dos modelos e tinta, ele consegue camuflar as pessoas em um ambiente, criando imagens que desafiam a vista.
 Johannes Stötter














sexta-feira, 29 de maio de 2015

Os quadrilheiros de Garanhuns (PE) sofrem mais um ano com a falta de apoio da prefeitura local

Foto: Divulgação
Do Portal BNC, Por Aluysio Morais
Texto: Tiago André
Sexta-feira, 29 de maio de 2015 (08:54:15)

Mais um SÃO JOÃO se aproxima e com isso as quadrilhas juninas sofrem, brincantes choram, lamentam por não ter apoio da parte municipal. Um São João que poderia ser de alegria, fogos e balões juninos, se torna uma festa de bombas que amedrontam aqueles que só querem manter a sua tradição viva, sim, viva como a chama da fogueira por ter crescido vendo seus familiares em clima de festejo junino, as quadrilhas juninas que tanto marca as crianças, adolescentes, adultos e idosos, com suas alegorias, vestimentas e repertório, a cada ano se acaba, a cada ano, como um vento que vem devastando toda a mata, dando rasteira no sonho do quadrilheiro.

É tão difícil entender? É tão hipócrita de não querer enxergar que a sociedade luta a cada dia para vencer a batalha? Batalha esta que tem como ser vitoriosa, pois o sangue cultural vibra em cada artista que se realiza dentro do ARRAIÁ.  PARABÉNS BRINCANTES, COSTUREIRAS, ESTILISTAS, MARCADORES, COREÓGRAFOS, SIMPATIZANTES E APOIADORES...  Deste movimento, pois QUEM AMA A ARTE E SUAS TRADIÇÕES, SE RECONHECE INTERIORMENTE. 

“Amigos, mesmos com as dificuldades as poucas quadrilhas juninas irão se apresentarem no ano de 2015, e mostrar que ‘NÓS SOMOS MADEIRA QUE CUPIM NÃO ROI”.

CLIC AQUI PARA CURTIR A PÁGNA DO PORTAL BNC 
 Foto: Alex Regis
Foto: Dvulgação
Foto: Divulgação
Foto: Arquivo Pessoal

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Ariano Suassuna fez sua última apresentação em Garanhuns - PE

Ariano Suassuna era conhecido, entre outros, pela interação com o público - Hans Von Manteuffel / Agência O Globo

De “O Globo”, Por Letícia Lins/Breno Salvador
RECIFE e RIO — Ariano Suassuna por pouco não morreu como gostaria: no palco. Na quarta-feira (16), o escritor havia dado uma aula-espetáculo para 1.600 pessoas no Teatro Castro Alves, em Salvador, cumprindo o "Arte como Missão", projeto cultural sobre sua obra que vem percorrendo todo o país. No palco, falou sozinho e foi aplaudido de pé. O tema que abriu a ocasião foi justamente a morte. Dois dias depois, fez sua última apresentação, em Garanhuns, onde não deixou de lado o bom humor.
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— Ele começou falando sobre a morte. “Eu até pedi para Caetana (expressão que representa a morte) que ela não viesse em 2014, só para ver essas homenagens todas que fazem. Estou tentando não ficar vaidoso”, ele brincou — conta Ana Addobbati, jornalista e executiva de marketing pernambucana que mora em Salvador e acompanhou a aula na capital baiana.

Segundo Ana, Ariano encerrou a apresentação com uma poesia que escreveu para o pai. “Não sou conhecido como poeta. Me perdoem se não acharem bom”, brincou, antes de declamar a homenagem. Ela conta também que o escritor teve de encerrar sua participação mais cedo, em função do cansaço e da fragilidade de saúde.

— Uma colega paulista comparou a ocasião a uma partida de Copa do Mundo. Senti que foi bem como uma despedida, porque ele poderia partir logo. Sou torcedora do Sport e sempre torcia ao lado dele na Ilha do Retiro. Ele falava com todo mundo. Era tão importante, mas alguem tão acessível também. Quando fiz uma peça no colégio, aos 15 anos, ele foi. Muita gente relata situações deste tipo. Ariano era gente como a gente.

A APRESENTAÇÃO DERRADEIRA
Na sexta, Ariano viajou para a cidade de Garanhuns, a 230 kms da capital pernambucana, onde deu outra aula-espetáculo, acompanhado de músicos e bailarinos. A aula foi "tributo a Capiba", um dos mais famosos compositores de frevo do Recife, e com o qual Ariano dividiu a autoria de duas canções.
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O teatro onde falou estava lotado, com mais de 800 pessoas que o ouviram atentamente e também o aplaudiram de pé. O espetáculo tinha previsão de durar uma hora e vinte minutos, mas prolongou-se por duas horas e dez minutos. Ao final, um dos espectadores perguntou o que ele achava do cantor Michel Jackson, já falecido, ser considerado um dos melhores dançarinos da raça negra. Com a paciência de sempre e a simplicidade dos sábios, ele anunciou:
— Vocês vão ver agora um dos melhores bailarinos do mundo.

E chamou ao palco o bailarino popular Gilson Santos, mais conhecido em Pernambuco como Meia Noite, que desenvolve trabalho social em uma comunidade pobre do Recife, a Chão de Estrelas.

Leve como um pássaro, Meia Noite, que também é negro como o americano, deu seu show. E Ariano retrucou:

— Invocar a raça negra é um recurso que se usa, mas na verdade, só existe uma raça, a raça humana — disse.

Ariano recolheu-se depois ao hotel, em Garanhuns, e ainda foi homenageado na manhã seguinte. Voltou ao Recife, disposto, falante e feliz, segundo um dos seus assessores, Samarone Lima. No Recife, passou mal na segunda-feira e foi internado. Ele dizia que se morresse no palco, morreria realizado. Por poucos dias, seu desejo não foi realizado. desejava uma "morte limpa" (rápida e sem sofrimento). O desfecho foi como ele sempre pediu, o sofrimento pela enfermidade não teve longa duração.

O velório de Ariano tem início marcado para as 23h da quarta-feira, sede do governo estadual. O sepultamento ocorre na quinta, no cemitério Morada da Paz, no município de Paulista, localizado na região metropolitana.

Morre no Recife aos 87 anos Ariano Suassuna

Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem

Do Jornal do Commercio - PE
Seria bom se Ariano Suassuna tivesse aquele jeitinho mirabolante de João Grilo para conseguir driblar a morte como o seu inesquecível personagem. Um dos maiores escritores e dramaturgos da língua portuguesa faleceu no fim da tarde desta quarta-feira (23), às 17h15 horas, no Real Hospital Português, aos 87 anos. O paraibano radicado em Pernambuco desde 1942 foi internado na noite da última segunda-feira (21) após sofrer um acidente vascular cerebral (AVC) hemorrágico. Passou por cirurgia para a colocação de dois drenos. Ficou em coma e passou a respirar com a ajuda de aparelhos , quando acabou morrendo com uma parada cardíaca provocada pela hipertenção intracraniana. 

O velório será aberto ao público a partir das 23h desta quarta-feira (23), no Palácio do Campo das Princesas, na área Central do Recife. Já o enterro será no Cemitério Morada da Paz, às 16h, desta quinta-feira (24). Ariano Suassuna morreu no mesmo dia que completava  um ano da morte do sanfoneiro Dominguinhos, que morreu aos 72 anos, no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, em decorrência de complicações infecciosas e cardíacas. 
Foto: Aluysio Morais
Nesta quinta-feira (23), o Jornal do Commercio vai publicar uma edição especial na versão impressa para prestar uma homenagem ao escritor. 

A divulgação da morte de Ariano foi informada através de uma nota oficial do Hospital Português:

O escritor Ariano Suassuna, em decorrência de grave Acidente Vascular Cerebral (AVC) Hemorrágico, faleceu nesta quarta-feira (23/07), às 17h15, no Real Hospital Português, onde estava internado desde a última segunda-feira (21/07). O paciente teve uma parada cardíaca provocada pela hipertensão intracraniana. A família ainda não informou os detalhes do funeral.

Ariano já tinha sofrido um AVC, mas do tipo isquêmico, que é considerado mais fraco. Já no dia 21 de agosto de 2013, teve um infarto, mas também conseguiu se recuperar.

Dono de uma das principais trajetórias da literatura e da dramaturgia nacional – um raro caso de nome e rosto conhecido até mesmo pelo grande público –, Ariano Suassuna nasceu em João Pessoa, em 1927. Com três anos, se mudou com a família para o interior da Paraíba, após o assassinato do pai João Suassuna por motivos políticos. Temendo que os filhos se vingassem, a mãe de Ariano, Cássia Vilar, levou todos para Taperoá.
Foto: Aluysio Morais
A perda fatídica nunca foi superada por Ariano. “Desde esse dia eu me vi / como um Cego, sem meu Guia, / que se foi para o Sol, transfigurado”, escreveu no poema Fazenda Acauhan. O escritor declarou diversas vezes que começou a escrever e ler para continuar se relacionando com o pai através da sua biblioteca. Outra imagem da morte na sua obra é a da Onça Caetana, mulher convertida em mistura de onça, cobra e três aves-de-rapina.

Ariano veio para o Recife anos mais tarde, para terminar os estudos e cursar Direito. Sua estreia na literatura se deu nas páginas do Jornal do Commercio, em 1945, com o poema "Noturno". Pouco depois, ele escreveria sua primeira peça, a tragédia "Uma mulher vestida de sol". A essa altura, já havia fundado com o colega Hermilo Borba Filho o Teatro do Estudante de Pernambuco e, mais tarde, criaria com ele o Teatro Popular do Nordeste, antes de um rompimento.

Apesar da estreia teatral no universo trágico, seria na comédia, no entanto, que sua produção alcançaria o maior êxito, notadamente com "Auto da Compadecida", escrita em 1955 e encenada pela primeira vez dois anos depois, no Rio de Janeiro, pelo Teatro Adolescente do Recife. O texto, um dos mais adaptados e conhecidos da dramaturgia brasileira, virou filme em três ocasiões, sendo a última delas a mais famosa, criada pelas mãos do cineasta Guel Arraes e exibida também como minissérie em 1999. Entre as outras peças do autor, destacam-se "O santo e a porca" (1957), "Farsa da boa preguiça (1960)" e "As conchambranças de Quaderna" (1987).

Na prosa, a grande obra de Ariano seria publicada na década de 1970: "O romance d'A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta", mais tarde adaptada para o teatro e para a TV, virando minissérie da Globo em 2007. O autor trabalhava recentemente no livro "O jumento sedutor", misto de romance, poesia e teatro.

Mentor do movimento armorial, que buscava criar obras artísticas a partir das raízes populares do Nordeste, Ariano ainda foi um importante pensador da cultura nacional. Professor de Estética na UFPE, nunca evitou debates e posicionamentos sobre temas como a cultura estrangeira e o tropicalismo, por exemplo. "Iniciação à estética", de 1975, é uma de suas principais obras de teoria. Essas reflexões seriam levadas junto a seus causos para as suas tão famosas aulas-espetáculo, que correram Pernambuco e o Brasil.

Se os debates estéticos sempre o interessaram, Ariano também sempre fez questão de se posicionar politicamente. Ele era, nas suas próprias palavras, “de esquerda”, mas não marxista. Depois da ditadura, sua trajetória passou a estar intimamente ligada ao Partido Socialista Brasileiro (PSB), a partir da amizade com Miguel Arraes. Inúmeras vezes subiu em palanques para cantar o frevo que ele transformou em hino político, "Madeira que cupim não rói". Ariano foi Secretário de Cultura na primeira gestão de Eduardo Campos e ocupava atualmente a Secretaria Especial da Assessoria do Governo de Pernambuco. Além da arte e da política, outra paixão do autor era o Sport. O atual modelo de uniforme do time pernambucano é uma homenagem a Ariano e traz uma frase dele impressa.

Uma das últimas agendas do escritor e dramaturgo seria no final de agosto, quando receberia uma celebração com uma mostra de filmes, exposição de fotografias e aula-espetáculo, intitulada "Ariano Suassuna – Arte como missão", na Caixa Cultural do Recife, mas o evento foi cancelado depois do internamento do autor. 

terça-feira, 22 de julho de 2014

Ariano Suassuna sofre AVC hemorrágico e passa por cirurgia no Hospital Português

Foto: Aluysio Morais
Do Diário de Pernambuco, PorAdaira Sene  
O escritor Ariano Suassuna foi internado na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Real Hospital Português, na noite desta segunda-feira (21), após ter sofrido um Acidente Vascular Cerebral (AVC) hemorrágico. De acordo com os médicos, o estado de saúde do dramaturgo é considerado grave, porém estável. 
às 20h desta segunda com um sangramento intracraniano. Ele foi levado para a sala de cirurgia em um procedimento emergencial. A operação neurológica foi considerada bem-sucedida e terminou por volta das 23h. De acordo com o Hospital Português, em seguida, ele foi encaminhado para a UTI Neurológica da unidade e não tem previsão de alta.

Dantas Suassuna, filho do paraibano radicado em Pernambuco, estava em viagem quando soube da internação do pai. "Minha irmã me ligou falando que ele passou mal e foi para o Hospital Português. Nem sei direito o que aconteceu. Estou voltando para casa", desabafou.

Foto: Aluysio Morais
Na última sexta-feira (18), o escritor concedeu uma aula espetáculo no Festival de Inverno de Garanhuns, no Agreste. Na manhã do sábado (19), ainda tirou fotos com fãs que participavam do evento. Segundo Samaroni Lima, assessor de Ariano, ele estava ótimo e muito animado. "Não se queixou de fraquezas ou qualquer outro problema. Ele estava normal, estava bem", contou. Ainda de acordo com o assessor, o autor não tinha aulas programadas para esta semana.

Coração
Em agosto passado, Ariano Suassuna sofreu um infarto agudo do miocárdio e foi internado no Hospital Português. Segundo os médicos, ele teve um comprometimento cardíaco considerado de pequenas proporções. Dois dias após receber alta médica, deu entrada novamente na unidade. Ele teria sido encontrado desacordado no chão de casa por familiares e passou mais quatro dias na UTI.


sábado, 14 de junho de 2014

Trabalho realista coloca diversas espécies em fotos deslumbrantes.

Do Techmestre, Por Felipe Pires
Se você já brincou de fazer sombras com as mãos, sabe que é possível ilustrar animais conforme as formas que consegue gerar entre os dedos. O passatempo divertido acabou inspirando um artista a dar um passo a mais na criatividade.

O italiano Guido Daniele, famoso ilustrador realista, pintou mãos para que elas representassem animais diferentes e extremamente realistas.

Diversas espécies foram pintadas, as quais protagonizaram um resultado incrível.

Abaixo é possível conferir alguns dos resultados de seu trabalho.